Independente · agentes verificados · gratuito para compradores

Visto

Visto D7 Portugal — o guia 2026 para reformados e rendimentos passivos

O visto D7 é a via de longa duração mais acessível de Portugal para quem tem rendimento passivo estável — pensões, rendas, dividendos, royalties ou trabalho remoto. Desde que a via imobiliária do Golden Visa foi eliminada em outubro de 2023, o D7 tornou-se o caminho de facto para a maioria dos reformados expatriados e dos early-retirees em fase FIRE. Aqui fica exatamente aquilo de que precisa, como o processo realmente decorre em 2026 e as armadilhas a evitar.

Encontre um advogado de imigração português
By Guillaume Rufenacht · Founder, ExpatPropertyHubLast verified

O que é o visto D7, exatamente?

O D7 é o visto de residência de Portugal para cidadãos não-UE com rendimento passivo estável. Permite viver em Portugal a longo prazo, trabalhar e estudar, aceder ao SNS e às escolas portuguesas, e pedir residência permanente após 5 anos e cidadania após 5 anos. A concessão inicial é de 2 anos, renovável por mais 3, após o que fica disponível a residência permanente.

O D7 foi introduzido em 2007 (Decreto Regulamentar n.º 84/2007) como o 'Visto de Rendimento Passivo' (por vezes 'Visto de Reforma', embora não esteja restrito a reformados). Existe para cidadãos não-UE/EEE/Suíça — os cidadãos da UE não precisam de visto para viver em Portugal. O visto permite: • **Residência de longa duração** em Portugal como a sua habitação principal • **Direitos de trabalho e de trabalho independente** desde o momento da aprovação • **Acesso ao SNS** (Serviço Nacional de Saúde de Portugal) • **Acesso ao ensino público** para os dependentes • **Reagrupamento familiar** para cônjuge, filhos menores, pais dependentes e filhos adultos ainda em formação • **Circulação no Espaço Schengen** — os residentes D7 podem viajar sem visto pelo espaço Schengen até 90 dias em cada período de 180 dias • **Caminho para a residência permanente** após 5 anos de residência legal • **Caminho para a cidadania portuguesa** após 5 anos (sujeito a teste de língua portuguesa de nível A2 e registo criminal limpo) Os compromissos face ao (agora mais restrito) Golden Visa são: tem de passar tempo significativo em Portugal (mais de 6 meses consecutivos por ano, ou 8 meses no total num período de 12 meses — a regra de 'presença física'), e a prova de rendimentos é mais exigente na candidatura. Em contrapartida, o custo é muito inferior aos mínimos de investimento do Golden Visa.

Quem tem direito ao D7? Limiares de rendimento

O rendimento passivo mínimo exigido é o salário mínimo nacional português — 870 €/mês em 2026 (10 440 €/ano) para o requerente principal. Acresce 50% para o cônjuge (435 €/mês, 5 220 €/ano) e 30% por filho dependente (261 €/mês, 3 132 €/ano). Um casal de reformados precisa de cerca de 15 660 €/ano de rendimento passivo estável; um casal com dois filhos, cerca de 21 900 €/ano.

O consulado português avalia três coisas: (1) montante do rendimento, (2) estabilidade do rendimento, (3) legitimidade da origem. Os mínimos legais na tabela abaixo são o limiar mínimo — a maioria dos candidatos bem-sucedidos demonstra rendimentos confortavelmente acima destes níveis, e alguns consulados aplicam informalmente limiares mais elevados, sobretudo a candidatos sediados nos EUA. Os tipos de rendimento elegíveis incluem: • **Pensões estatais ou privadas** (o tipo de rendimento D7 mais comum) • **Rendas** de imóveis detidos fora de Portugal • **Dividendos** de carteiras de investimento • **Royalties** de propriedade intelectual • **Rendas vitalícias** e distribuições estruturadas de reforma • **Trabalho remoto** para um empregador não português (tecnicamente — muitos optam antes pelo D8, ver abaixo) • **Rendimento de trabalho independente** se puder ser comprovado como estável ao longo de mais de 6 meses Tipos de rendimento que normalmente não qualificam por si só: lucros de trading (demasiado voláteis), mais-valias pontuais, detenção de criptomoedas sem distribuições recorrentes, apoio familiar / doações.

Composição do agregadoRendimento anual mín.Rendimento mensal mín.Saldo bancário recomendado
Requerente individual10 440 €870 €10 440 €-15 000 €
Casal15 660 €1 305 €15 660 €-22 500 €
Casal + 1 filho18 792 €1 566 €20 000 €-27 000 €
Casal + 2 filhos21 924 €1 827 €22 000 €-31 000 €
Casal + progenitor dependente19 488 €1 624 €20 000 €-28 000 €

Com base no salário mínimo nacional português de 2026 (Salário Mínimo Nacional, SMN) de 870 €/mês. Os limiares sobem anualmente com o SMN. A coluna do saldo bancário mostra a almofada de poupança que a maioria dos consulados espera ver a par da prova de rendimentos. Fonte: AIMA + orientações da prática consular.

Como funciona realmente a candidatura ao D7?

Processo em duas fases: (1) pedir o visto de entrada D7 no consulado português do seu país de origem (4-6 meses) — concede um visto de entrada única de 4 meses, (2) dentro de 4 meses, comparecer a um agendamento de residência na AIMA em Portugal para receber a autorização de residência de 2 anos. Tempo total decorrido entre a primeira candidatura e a autorização de residência em mão: normalmente 6-9 meses.

Fase 1 — visto consular: candidate-se no consulado português que abrange o seu país/estado de residência. Os documentos exigidos incluem passaporte (com validade restante de 6+ meses), certificado de registo criminal (de todos os países onde viveu nos últimos 5 anos), comprovativo de alojamento em Portugal (contrato de arrendamento ou escritura de imóvel), comprovativo de seguro de saúde com cobertura em Portugal para o período inicial, prova de rendimento passivo de pelo menos os últimos 6-12 meses, e extratos bancários que demonstrem a almofada de poupança. A taxa do visto é de 90 € (requerente individual), e o processamento demora normalmente 3-4 meses, mas pode chegar a 5-6 meses consoante a carga de trabalho do consulado. Fase 2 — agendamento de residência na AIMA: dentro da validade de 4 meses do visto, voa para Portugal e tem de concluir o seu agendamento na AIMA (a agência que substituiu o SEF em 2023). É aqui que recebe a sua autorização de residência temporária de 2 anos. A disponibilidade de agendamentos na AIMA é o estrangulamento prático em 2025-2026 — tempos de espera de 2-6 meses são comuns, por isso marque o agendamento imediatamente após a aprovação do visto, idealmente antes mesmo de voar para Portugal. O agendamento custa cerca de 85 € + cerca de 155 € pela própria autorização. Fase 3 — renovações: a autorização inicial de 2 anos renova-se por mais 3 anos (5 no total), convertendo-se depois em residência permanente após pedido. Cada renovação exige a prova de que a fonte de rendimento se manteve, de que cumpriu os dias de presença física exigidos em Portugal, e de que tem um registo criminal português limpo.

D7 vs D8 vs Golden Visa — qual é o certo para si?

O D7 serve reformados e titulares de rendimentos passivos. O D8 serve trabalhadores remotos que ganham ≥3 480 €/mês de um empregador não português. O Golden Visa (agora apenas fundo de investimento ou criação de empresa desde out. 2023) serve investidores de elevado património dispostos a comprometer 500 mil €+ sem precisar de viver em Portugal. Em resumo: D7 para reformados, D8 para trabalho remoto, Golden Visa para investir do estrangeiro.

Escolher entre as três principais vias de visto de longa duração de Portugal resume-se ao seu tipo de rendimento e a quanto quer realmente viver em Portugal.

CaracterísticaVisto D7Visto D8Golden Visa (2024+)
Indicado paraReformados, FIRE, rendimento passivoTrabalhadores remotos (empregador não-PT)Investidores que não querem mudar-se
Tipo de rendimentoPassivo (pensões, rendas, dividendos)Trabalho ativo de empregador estrangeiroInvestimento de capital
Rendimento mínimo870 €/mês (salário mínimo nacional)3 480 €/mês (4× salário mínimo)N/A — baseado em investimento
Investimento mínimoNenhum — apenas almofada de poupançaNenhum — apenas almofada de poupançaFundo de investimento de 500 mil € (ou doação cultural de 250 mil €, criação de empresa de 500 mil €+ com postos de trabalho)
Presença física exigida6 meses/ano contínuos OU 8 meses em 12Igual ao D7 (visto de residência)Apenas 7 dias/ano — mínima
Caminho para a cidadania5 anos + português A25 anos + português A25 anos + português A2
Permite trabalhar em PortugalSimSim (embora o rendimento principal deva ser estrangeiro)Sim
Inclui compra de imóvel?Não (independente — pode comprar ou arrendar)Não (independente)Via imobiliária ELIMINADA em out. 2023
Candidato típicoReformado dos EUA/Reino Unido/CanadáTrabalhador tech com salário dos EUA/Reino UnidoElevado património dos EUA, Brasil, China

Fonte: Decreto Regulamentar n.º 84/2007 (D7), Decreto-Lei n.º 41/2023 (visto D8 'Nómada Digital', criando uma via dedicada), Lei n.º 56/2023 (alterações ao Golden Visa em out. 2023). A via do fundo de investimento do Golden Visa mantém-se ativa; a via de compra de imóvel foi definitivamente encerrada em outubro de 2023.

Viver em Portugal com o D7 — o que esperar

Os residentes D7 têm de passar mais de 6 meses consecutivos por ano em Portugal (ou 8 meses no total numa janela de 12 meses) para manter a autorização. Terá de abrir uma conta bancária portuguesa, registar-se na Autoridade Tributária, inscrever-se no SNS, e — nos 90 dias após a chegada — registar a sua morada física na Junta de Freguesia e na Câmara Municipal.

A regra de presença física é o requisito contínuo mais determinante. Ao contrário do Golden Visa (7 dias/ano), os titulares do D7 têm de demonstrar residência real em Portugal. O SEF/AIMA pode pedir registos de viagens, faturas de serviços, matrícula escolar dos filhos e movimentos bancários portugueses em qualquer renovação. As pessoas que tratam o D7 como uma 'residência no papel' enquanto vivem noutro lugar têm a renovação rotineiramente recusada. Checklist administrativa nos primeiros 90 dias após a chegada: • **Obter um NIF** (número de identificação fiscal português) — se ainda não o fez como não residente, terá de o atualizar para o estatuto de residente • **Abrir uma conta bancária portuguesa de residente** — Millennium BCP, Activobank, BPI, Caixa Geral tratam todos disto; alguns exigem deslocação ao balcão • **Inscrever-se no SNS** no centro de saúde mais próximo (USF) — leve o cartão de residência, o NIF e o comprovativo de morada • **Registar a sua morada** na Junta de Freguesia e atualizar na Câmara Municipal • **A residência fiscal começa quando você começa** — a regra dos 183 dias de Portugal significa que, se se tornar residente fiscal em qualquer ano civil, o seu rendimento mundial passa a ser tributável em Portugal a partir desse ano (sujeito a convenções para evitar a dupla tributação) • **Considere o IFICI** — o regime fiscal de substituição do RNH de Portugal, embora a maioria dos reformados já não qualifique (ver o nosso guia do IFICI) O acesso ao SNS é um dos maiores benefícios práticos — o sistema nacional de saúde de Portugal é bem avaliado nos cuidados primários e nos serviços de urgência, embora as esperas por especialistas possam ser longas. A maioria dos reformados D7 mantém um pequeno complemento de seguro de saúde privado (40 €-100 €/mês por pessoa) para contornar as filas de especialidade.

Erros comuns do D7 e como evitá-los

Cinco erros recusam ou atrasam rotineiramente as candidaturas: (1) rendimento irregular que não parece 'estável' ao consulado, (2) saltar os 6-12 meses de extratos de rendimento que querem ver, (3) documentar insuficientemente a almofada de poupança, (4) não ter prova de alojamento em Portugal no dia da candidatura, (5) não marcar o agendamento na AIMA imediatamente após a aprovação do visto. Planeie em torno de cada um.

**Erro 1 — prova de rendimento irregular.** Os consulados procuram um padrão: 'este rendimento é estável e recorrente?'. Mostrar um único dividendo trimestral avultado não bate mostrar 12 meses de extratos mensais. Se o seu rendimento for genuinamente irregular (pagamentos anuais de royalties, etc.), complemente com uma almofada de poupança maior e uma carta explicativa clara. **Erro 2 — janela de documentação demasiado curta.** Os consulados querem normalmente, no mínimo, 6 meses de extratos recentes; a melhor prática são 12 meses. Se está há 3 meses na reforma, espere os meses adicionais antes de se candidatar — candidaturas precoces com documentação fraca são rotineiramente recusadas. **Erro 3 — poupanças insuficientemente documentadas.** Para além do rendimento mensal, os consulados querem ver poupanças suficientes para o sustentar em Portugal durante pelo menos um ano. A coluna 'saldo bancário recomendado' na tabela de rendimentos acima é o que a maioria dos consulados espera informalmente. Os candidatos sediados nos EUA, em particular, são escrutinados com mais rigor neste ponto. **Erro 4 — prova de alojamento.** Precisa de uma morada portuguesa antes de se candidatar. Duas opções: (a) assinar um contrato de arrendamento de 12 meses (faturas de serviços + contrato servem ambos de prova), (b) comprar um imóvel antes de se candidatar (escritura + faturas servem de prova). Reservas de alojamento de férias (Airbnb) geralmente não qualificam. Se ainda não tem alojamento em Portugal, planeie primeiro uma viagem de pesquisa de imóveis. **Erro 5 — calendário do agendamento na AIMA.** As vagas de agendamento na AIMA são o estrangulamento prático em 2025-2026. Marque a vaga na mesma semana em que o seu visto for aprovado, idealmente antes de voar. Alguns candidatos marcam primeiro o agendamento na AIMA (pode ser feito do estrangeiro com a referência da candidatura ao visto), para chegarem a Portugal com uma data confirmada. Um advogado de imigração português (advogado de imigração) trata normalmente da candidatura de ponta a ponta por 1 500 €-3 500 €, consoante a complexidade. Para candidatos com perfis de rendimento simples, fazer por conta própria é realista; para rendimentos transfronteiriços (vários países, vários tipos de rendimento, adição de vistos de dependentes), os honorários do advogado normalmente compensam-se em tempo poupado e risco de recusa reduzido.

Pronto para começar

Um pedido. Os profissionais verificados certos. Gratuito para si.

Diga-nos onde quer comprar e do que precisa — agente, broker de crédito, advogado, ou os três. Ligamo-lo a profissionais com licença verificada em 24–48 horas. Sem custos prévios, sem compromisso.

Submeter pedido gratuito

Independente · licença verificada · sempre gratuito para o comprador

Perguntas frequentes

Preciso de comprar um imóvel em Portugal para ter direito ao D7?

Não. O visto D7 exige prova de alojamento em Portugal (contrato de arrendamento OU escritura de imóvel). Arrendar é tão válido como comprar. Muitos candidatos arrendam durante 6-12 meses enquanto exploram diferentes regiões e depois compram após decidirem onde se fixar. Comprar primeiro não é obrigatório nem vantajoso do ponto de vista do visto.

A Segurança Social dos EUA pode contar como rendimento para o D7?

Sim. As prestações de reforma da Segurança Social dos EUA são aceites como rendimento passivo elegível por todos os consulados portugueses. Vai precisar de uma Social Security Award Letter (SSA-1099 ou equivalente) que indique o montante mensal. A convenção fiscal EUA-Portugal atribui o direito primário de tributação da Segurança Social ao país de residência, pelo que a Segurança Social dos EUA normalmente passa a ser tributável em Portugal assim que se torna residente fiscal, mas o IRS dos EUA continua a exigir que a declare.

Quanto tempo demora realmente o processo do visto D7 em 2026?

Conte com 6-9 meses no total. Fase 1 (da candidatura no consulado ao visto em mão): 3-6 meses consoante a carga de trabalho do consulado — os consulados dos EUA são normalmente mais lentos do que os europeus. Fase 2 (da chegada a Portugal ao agendamento na AIMA): 2-6 meses devido ao atraso da AIMA. Marque o agendamento na AIMA imediatamente após a aprovação do visto para minimizar a fase 2. Alguns candidatos marcam a AIMA em paralelo com a candidatura no consulado, se o número de referência o permitir.

Posso trabalhar em Portugal com um visto D7?

Sim. Os titulares do D7 têm plenos direitos de trabalho em Portugal — trabalho por conta de outrem, trabalho independente, freelancing, tudo aquilo que os cidadãos portugueses podem fazer legalmente. O visto tem o nome de rendimento passivo porque é assim que se *qualifica*, mas, uma vez aprovado, não está restrito a rendimento passivo. Muitos reformados D7 fazem trabalho de consultoria ou de ensino em part-time em Portugal sem problemas.

Quantos dias por ano tenho de passar em Portugal com o D7?

A regra legal é: (a) não pode ausentar-se de Portugal por mais de 6 meses consecutivos sem motivo justificativo, ou (b) as ausências cumulativas não podem exceder 8 meses num período de 12 meses. Na prática, planeie passar pelo menos 6 meses de cada ano em Portugal. A AIMA pode pedir registos de viagens na renovação e recusar a renovação se as ausências excederem os limites sem justificação.

Posso trazer o meu cônjuge e filhos com o D7?

Sim — o reagrupamento familiar está integrado no D7. Os familiares elegíveis incluem: cônjuge ou parceiro legalmente reconhecido, filhos menores (seus, do seu cônjuge ou adotados em conjunto), filhos adultos dependentes se ainda estiverem no ensino superior, e pais/sogros dependentes. O limiar de rendimento de cada familiar acresce ao seu mínimo exigido (50% para o cônjuge, 30% por dependente). Os vistos de reagrupamento familiar seguem-se normalmente em 6-12 meses após a aprovação do requerente principal.

O visto D7 ainda existirá daqui a 5 anos?

Quase de certeza que sim. O D7 é legislação de vistos fundacional (Decreto Regulamentar n.º 84/2007 + Lei n.º 23/2007) — não um programa especial como o Golden Visa era. Os vistos fundacionais são politicamente muito mais difíceis de alterar. As reformas da imigração de 2023-2024 visaram especificamente o Golden Visa; o D7 ficou intocado. Os limiares de rendimento estão indexados ao salário mínimo português, pelo que sobem gradualmente todos os anos.

Devo candidatar-me ao D7 ou esperar pelo novo visto ao estilo nómada digital?

Se tem rendimento passivo, candidate-se já ao D7 — é a via comprovada e mais rápida. O visto D8 'nómada digital' existe desde out. de 2022, especificamente para trabalhadores remotos ativos que ganham ≥3 480 €/mês (4× o salário mínimo) — é um limiar mais alto do que o D7. Se é um trabalhador remoto por conta de outrem com um salário tech dos EUA/Reino Unido, o D8 pode adequar-se melhor. Se é reformado ou aufere de fontes passivas, o D7 tem requisitos de rendimento mais baixos e é a opção mais limpa.

ExpatPropertyHub

Marketplace independente para compradores estrangeiros de imóveis em Portugal. Agentes, brokers de crédito e advogados verificados — gratuito para o comprador.