Independente · agentes verificados · gratuito para compradores

Crédito Habitação

Crédito habitação para não residentes em Portugal — o guia honesto de 2026

Sim, um não residente pode obter crédito habitação em Portugal — todos os grandes bancos portugueses concedem crédito a compradores estrangeiros. Mas as páginas que aparecem nesta pesquisa são, na maioria, agências imobiliárias a vender-lhe uma casa, e passam por cima das partes que lhe custam dinheiro: o seguro de vida obrigatório, a avaliação do banco que fica abaixo da sua proposta e o risco cambial se ganha fora do euro. Este guia é independente. Aqui fica o quadro completo e honesto para 2026.

Peça uma simulação de crédito a um intermediário verificado
By Guillaume Rufenacht · Founder, ExpatPropertyHubLast verified

Um não residente consegue mesmo obter crédito habitação em Portugal?

Sim. Todos os grandes bancos portugueses — Caixa Geral de Depósitos, Millennium BCP, Santander Totta, BPI, Novobanco e Bankinter — concedem crédito a não residentes que compram imóveis em Portugal. Não precisa de ser residente, ter visto ou qualquer ligação prévia a Portugal. Precisa de um número de contribuinte português (NIF) e de uma entrada maior do que a de um residente.

O crédito a não residentes é uma componente normal e bem estabelecida do mercado de crédito habitação português — os compradores estrangeiros financiam imóveis portugueses há décadas. O enquadramento legal é o Decreto-Lei n.º 74-A/2017, que rege todo o crédito hipotecário em Portugal e aplica as mesmas proteções fundamentais ao consumidor, sejam residentes ou não residentes. O que muda para um não residente é a avaliação de risco do banco. Do ponto de vista do banco, um mutuário que vive e ganha no estrangeiro é mais difícil de acompanhar se o crédito correr mal, e mais difícil de verificar. Os bancos refletem isso de três formas no preço e na estrutura: um rácio de financiamento mais baixo (entrega mais), uma taxa de juro ligeiramente mais alta e um processo de documentação mais exigente. Nada disto o impede de obter crédito — apenas altera os números, e as próximas secções dão-lhe os números reais. Uma distinção é relevante ao longo de todo este guia: cidadãos da UE/EEE versus cidadãos de países terceiros. Um comprador irlandês, neerlandês, alemão ou francês é tratado de forma mais favorável do que um comprador norte-americano, britânico (pós-Brexit), canadiano ou brasileiro — melhor LTV máximo e, por vezes, uma taxa ligeiramente melhor. Não é uma barreira intransponível para compradores de fora da UE; é uma diferença gradual, e um bom intermediário de crédito sabe que bancos tratam melhor cada nacionalidade.

Quanto pode pedir emprestado? LTV e entrada em 2026

Os não residentes conseguem normalmente financiar 60–70% do valor do imóvel (rácio de financiamento, ou LTV), o que significa uma entrada de 30–40% mais os custos de aquisição. Os residentes obtêm 80–90%. O banco financia uma percentagem do MENOR valor entre o preço de compra e a avaliação do próprio banco — um pormenor crítico abordado abaixo. Os não residentes cidadãos da UE ficam normalmente no topo dos 70%; os de países terceiros mais frequentemente nos 60–65%.

O rácio de financiamento (LTV) é o número mais importante num crédito habitação para não residentes, e esconde uma armadilha que os blogues de agências raramente explicam com clareza. O banco não financia uma percentagem daquilo que acordou pagar. Financia uma percentagem do MENOR valor entre (a) o preço de compra e (b) a avaliação independente do próprio banco (avaliação bancária). Se acordou €400.000 por um imóvel e o avaliador do banco lhe atribui €370.000, um crédito de 70% corresponde a 70% de €370.000 = €259.000 — e não a 70% de €400.000. A sua entrada acabou de aumentar €21.000. As avaliações bancárias abaixo do preço pedido são comuns em 2025–2026, sobretudo no Algarve e em imóveis rurais. Conte sempre com essa possibilidade. Para além da entrada, paga os custos de aquisição — IMT, imposto do selo, notário e registo, honorários jurídicos — que rondam 7–8% do preço e não podem ser financiados. Assim, uma necessidade realista de liquidez para um comprador não residente é entrada + ~8%.

Tipo de compradorLTV máximo (típico)Entrada necessáriaMais custos de aquisição
Residente em Portugal80–90%10–20%~7–8%
Não residente, cidadão da UE/EEEaté 70%30%+~7–8%
Não residente, cidadão de país terceiro60–65%35–40%+~7–8%
Imóvel comprado através de uma empresa50–60%40–50%+~7–8% + custos da empresa

Intervalos indicativos para o início de 2026; o LTV exato depende do banco, do seu perfil de rendimento, do imóvel e da sua avaliação. O banco financia sobre o menor valor entre preço e avaliação — ver o texto acima. Os custos de aquisição não podem ser somados ao crédito.

Taxas de crédito habitação em 2026 — fixa, variável e mista

No início de 2026, as taxas de crédito habitação para não residentes situam-se grosso modo entre 3,4% e 4,5% — cerca de 0,3–0,7% acima da taxa de residente. Portugal oferece três estruturas de taxa: variável (Euribor + um spread bancário fixo), fixa (bloqueada por um período definido) e mista (fixa nos primeiros anos, depois variável). As taxas variáveis acompanham a Euribor a 6 ou a 12 meses, que desceu ao longo de 2025.

O crédito habitação português apresenta-se em três estruturas de taxa, e escolher entre elas é uma decisão real, não uma formalidade. **Taxa variável** — o juro é a Euribor (a taxa interbancária da zona euro, normalmente a 6 ou a 12 meses) mais um spread bancário fixo, tipicamente 0,8–1,5% para um mutuário com bom perfil. Quando a Euribor se move, a sua prestação move-se em cada revisão. A Euribor subiu acentuadamente em 2022–2023 e recuou ao longo de 2024–2025; no início de 2026 a Euribor a 12 meses situa-se na faixa baixa dos 2%. A variável é hoje a mais barata, mas expõe-o a futuras subidas de taxa. **Taxa fixa** — a taxa fica bloqueada por um período definido (habitualmente 5, 10, 15 ou 20 anos, ou todo o prazo). Troca uma taxa inicial ligeiramente mais alta por certeza na prestação. Para um não residente que ganha noutra moeda, essa certeza pode valer o que custa. **Taxa mista** — fixa durante um período inicial (digamos 2–5 anos) e depois converte-se em variável. É a estrutura mais popular entre os mutuários portugueses em 2026: um arranque previsível e, depois, exposição ao mercado quando a tesouraria dos primeiros anos de propriedade já estabilizou. O prémio de não residente — esse acréscimo de 0,3–0,7% sobre a taxa de residente — reflete a forma como o banco avalia o risco, não uma sobretaxa fixa. Estreita-se para cidadãos da UE e para mutuários com rendimentos sólidos e fáceis de verificar. Um intermediário de crédito que compara todo o painel de bancos é a forma de o minimizar.

Tipo de taxaComo funcionaIndicada para
VariávelEuribor (6m/12m) + spread bancário fixo; a prestação é revista periodicamenteMutuários confortáveis com o risco de taxa que querem a taxa mais baixa hoje
FixaTaxa bloqueada por um período definido ou por todo o prazoNão residentes que querem certeza na prestação, sobretudo quem ganha noutra moeda
MistaFixa nos primeiros 2–5 anos, depois variávelA maioria dos compradores em 2026 — arranque previsível, exposição ao mercado depois

Os intervalos de taxa são indicativos para o início de 2026 e variam com a Euribor e a política do BCE. Confirme as taxas em vigor com o intermediário de crédito; o intermediário parceiro compara mais de 15 bancos portugueses.

Os documentos de que precisa enquanto não residente

Conte com fornecer: passaporte, NIF português, comprovativo de rendimentos (recibos de vencimento recentes e 2–3 anos de declarações de impostos), 3–6 meses de extratos bancários, contrato de trabalho ou comprovativo de atividade por conta própria, um relatório de crédito do seu país de origem e comprovativo das suas dívidas existentes. Os documentos que não estejam em português ou inglês precisam normalmente de tradução certificada; alguns bancos exigem apostila.

Os processos de não residentes exigem muita documentação porque o banco não consegue obter os seus registos a partir dos sistemas portugueses — fornece tudo. Uma checklist realista: • **Identidade** — passaporte (e, para compradores de fora da UE, por vezes comprovativo de situação legal no seu país de residência) • **NIF português** — o número de contribuinte; qualquer não residente o pode obter antes de se candidatar • **Rendimentos — por conta de outrem** — os últimos 3 recibos de vencimento, contrato de trabalho e 2–3 anos de declarações de IRS pessoais (P60/SA302 no Reino Unido, W-2/1040 nos EUA, equivalentes noutros países) • **Rendimentos — por conta própria** — 2–3 anos de declarações de impostos da empresa e pessoais, contas de gestão recentes e uma carta do contabilista • **Extratos bancários** — 3–6 meses da sua conta à ordem principal, por vezes também da conta poupança • **Dívidas existentes** — extratos de quaisquer outros créditos habitação, empréstimos ou linhas de crédito significativas; o banco calcula a sua taxa de esforço considerando tudo, não apenas o novo crédito • **Relatório de crédito** — da central de crédito do seu país de origem • **O imóvel** — o contrato-promessa (CPCV) ou os dados do imóvel depois de o ter escolhido Tradução e apostila: os documentos que não estejam em português ou inglês precisam, em geral, de tradução certificada. Alguns bancos exigem ainda apostila (o carimbo internacional de autenticação) em documentos-chave — o intermediário de crédito dir-lhe-á quais, para que não pague apostilas de que não precisa. O limite da taxa de esforço é importante. Os bancos portugueses, seguindo as orientações do Banco de Portugal, querem em geral que o total dos encargos mensais com dívida — o novo crédito habitação português mais tudo o resto — se mantenha em torno de 35% ou abaixo do seu rendimento mensal líquido. Um crédito habitação que ainda paga no seu país conta contra si aqui.

Os custos que os blogues de agências omitem

Para além da entrada e da taxa anunciada, um crédito habitação para não residentes acarreta custos que os guias das agências imobiliárias omitem rotineiramente: um seguro de vida obrigatório a favor do banco, um seguro multirriscos do imóvel, a comissão de avaliação do banco, comissões de dossier e o imposto do selo sobre o crédito e — se ganha fora do euro — risco cambial em cada prestação.

**Seguro de vida obrigatório (seguro de vida).** Os bancos portugueses exigem um seguro de vida que cubra o capital em dívida, com o banco como beneficiário, durante toda a vida do crédito. Não é opcional e é um custo recorrente real — para um mutuário mais velho ou um crédito de maior montante, pode acrescentar um valor significativo ao custo mensal efetivo. Os bancos empurram a sua apólice própria; tem legalmente o direito de recorrer a uma seguradora externa, que é muitas vezes mais barata. Poucos blogues de agências sequer mencionam isto. **Seguro multirriscos do imóvel (seguro multirriscos).** O seguro do edifício também é obrigatório enquanto o crédito estiver em dívida. Modesto, mas real. **Comissão de avaliação do banco (avaliação).** Paga o avaliador independente do banco — normalmente algumas centenas de euros — e paga-o quer o crédito se concretize, quer não. **Custos de dossier e do crédito.** Comissões de dossier/abertura do banco, mais o imposto do selo sobre o próprio crédito (distinto do imposto do selo sobre a compra), mais a escritura de hipoteca e o registo. Conte com mais ~1–2% do crédito. **Risco cambial — o grande ponto para quem não ganha em euros.** Se ganha em dólares norte-americanos, libras ou qualquer moeda que não o euro e contrai o crédito em euros, cada prestação mensal é uma operação cambial. Uma variação cambial adversa de 10% é uma subida de 10% na sua prestação real, sem qualquer alteração da taxa. Ao longo de um crédito a 25 anos, este é um risco material. As opções incluem manter uma reserva de rendimento em euros, recorrer a um especialista cambial para as transferências ou — para alguns compradores — escolher uma taxa fixa, para que pelo menos o montante em euros seja certo. Este risco quase nunca é mencionado pelas páginas de agências que aparecem nesta pesquisa, porque nada tem que ver com vender-lhe uma casa.

Intermediário de crédito ou banco diretamente? E como decorre o processo

Pode candidatar-se diretamente aos bancos, ou recorrer a um intermediário de crédito autorizado pelo Banco de Portugal. Para não residentes, um intermediário de crédito vale normalmente a pena: compara todo o painel de bancos, sabe que bancos favorecem a sua nacionalidade e tipo de rendimento, e trata da papelada. O intermediário é pago pelo banco, não por si. Conte com 8–12 semanas entre a candidatura e a aprovação.

**Ir diretamente ao banco** significa abordar os bancos por si próprio, um de cada vez, e comparar propostas. É exequível — mas, enquanto não residente, está a negociar num sistema estrangeiro, não sabe que bancos tratam atualmente melhor a sua nacionalidade e repete o exercício de documentação para cada banco. **Um intermediário de crédito** (um intermediário de crédito autorizado pelo Banco de Portugal) faz essa comparação uma única vez, em mais de 15 bancos, e apresenta-lhe a melhor opção. Crucialmente, o intermediário é remunerado pelo banco financiador — não por si — pelo que a comparação não lhe custa nada. É este o modelo por detrás do pilar de crédito habitação da ExpatPropertyHub: ligamo-lo a um intermediário de crédito parceiro verificado, em vez de o conduzirmos pela proposta única de um só banco. **O processo e o calendário:** 1. **Pré-aprovação (decisão prévia)** — antes mesmo de escolher um imóvel, o banco ou o intermediário pode emitir uma decisão em princípio sobre quanto pode financiar. Faça isto primeiro; os vendedores portugueses levam mais a sério os compradores com financiamento quando este já está tratado. 2. **Imóvel + CPCV** — acorda um imóvel e assina o contrato-promessa (Contrato Promessa de Compra e Venda) com um sinal, normalmente de 10%. Sempre que possível, inclua no CPCV uma condição de financiamento. 3. **Candidatura formal + avaliação** — entra toda a documentação; o banco encomenda a sua avaliação. 4. **Proposta formal (aprovação)** — o banco emite a proposta vinculativa com a taxa final, o LTV e as condições. 5. **Escritura (escritura)** — a escritura de hipoteca e a escritura de compra são assinadas em conjunto no notário; o banco liberta os fundos. Tempo realista decorrido para um não residente: **8–12 semanas** entre a candidatura formal e a aprovação. Os prazos para quem compra a pronto são mais curtos, mas quem financia a compra não deve prometer a um vendedor um fecho em 6 semanas.

Pronto para começar

Um pedido. Os profissionais verificados certos. Gratuito para si.

Diga-nos onde quer comprar e do que precisa — agente, broker de crédito, advogado, ou os três. Ligamo-lo a profissionais com licença verificada em 24–48 horas. Sem custos prévios, sem compromisso.

Submeter pedido gratuito

Independente · licença verificada · sempre gratuito para o comprador

Perguntas frequentes

Um não residente pode obter crédito habitação em Portugal?

Sim. Todos os grandes bancos portugueses — Caixa Geral de Depósitos, Millennium BCP, Santander Totta, BPI, Novobanco, Bankinter — concedem crédito a não residentes. Não precisa de ser residente nem de ter visto. Precisa de um NIF português (número de contribuinte) e de uma entrada maior do que a de um residente: tipicamente 30–40% do valor do imóvel.

De quanta entrada preciso enquanto comprador estrangeiro?

Conte com 30% como não residente cidadão da UE e 35–40% como não residente de país terceiro, porque o rácio de financiamento máximo é de 60–70%. Para além da entrada, precisa de cerca de 7–8% para os custos de aquisição (IMT, imposto do selo, notário, despesas jurídicas), que não podem ser financiados. E reserve uma margem adicional caso a avaliação do banco fique abaixo do preço da sua proposta.

Que taxa de crédito habitação vou pagar enquanto não residente em Portugal?

No início de 2026, as taxas para não residentes situam-se grosso modo entre 3,4% e 4,5%, cerca de 0,3–0,7% acima da taxa de residente. Pode escolher variável (Euribor + spread bancário), fixa (bloqueada por um período) ou mista (fixa e depois variável). A taxa exata depende da sua nacionalidade, da solidez do rendimento, do LTV e do banco — um intermediário de crédito que compara todo o painel de bancos é a forma de chegar ao limite inferior do intervalo.

Os cidadãos britânicos obtêm crédito habitação em Portugal depois do Brexit?

Sim. O Brexit não alterou nada quanto ao direito de um cidadão britânico de comprar ou financiar imóveis em Portugal. Os compradores britânicos são tratados como não residentes de país terceiro — LTV máximo em torno de 60–65% — e os rendimentos britânicos de salário, pensão e arrendamento são todos aceites. Terá de apresentar recibos de vencimento britânicos, P60 e cálculos de imposto SA302.

O banco financia sobre o preço que acordei ou sobre a sua própria avaliação?

Sobre o menor dos dois. O banco encomenda uma avaliação independente e financia a sua percentagem de LTV sobre o valor mais baixo — o preço de compra ou a avaliação. Se acordou €400.000 e o banco avalia o imóvel em €370.000, um crédito de 70% é de €259.000, não de €280.000. As avaliações abaixo do preço são comuns em 2025–2026; mantenha sempre uma margem de liquidez para isso.

O seguro de vida é obrigatório para um crédito habitação português?

Sim. Os bancos portugueses exigem um seguro de vida que cubra o capital em dívida, com o banco como beneficiário, durante todo o prazo. É um custo recorrente real, sobretudo para mutuários mais velhos ou créditos de maior montante. O banco oferecerá a sua apólice própria, mas tem direito a recorrer a uma seguradora externa, frequentemente mais barata — vale a pena comparar.

Devo recorrer a um intermediário de crédito ou candidatar-me diretamente aos bancos?

Para um não residente, um intermediário de crédito vale normalmente a pena. Um intermediário autorizado pelo Banco de Portugal compara todo o painel de bancos, sabe que bancos favorecem a sua nacionalidade e tipo de rendimento, e gere a documentação. O intermediário é pago pelo banco financiador, não por si — pelo que a comparação é gratuita. A ExpatPropertyHub liga-o a um intermediário de crédito parceiro verificado, em vez da proposta de um só banco.

Quanto tempo demora a aprovação de um crédito habitação para não residentes?

Conte com 8–12 semanas entre a candidatura formal e a aprovação vinculativa. Obtenha uma pré-aprovação (decisão prévia) antes de escolher um imóvel — diz-lhe o seu orçamento real e faz os vendedores portugueses levarem as suas propostas a sério. Não prometa a um vendedor um fecho em 6 semanas se vai financiar a compra.

ExpatPropertyHub

Marketplace independente para compradores estrangeiros de imóveis em Portugal. Agentes, brokers de crédito e advogados verificados — gratuito para o comprador.